Comece pelo mecanismo de falha
Não existe uma “borracha química” universal. O mesmo elastômero pode trabalhar bem com um fluido e falhar rapidamente com outro; concentração e temperatura fazem parte da pergunta.
| Condição ou sintoma | O que significa para a análise |
|---|---|
| Inchaço | Absorção do fluido altera volume, dureza e resistência mecânica. |
| Extração/amolecimento | O produto pode remover componentes da formulação e degradar propriedades. |
| Endurecimento/trinca | Ataque químico e temperatura podem acelerar envelhecimento. |
| Perda de adesão | Em revestimentos, o meio pode atingir interface, bordas ou regiões danificadas. |
Materiais que entram na comparação
| Elastômero / fator | Como interpretar |
|---|---|
| EPDM | Pode ter bom desempenho em muitos meios aquosos, ácidos e bases, com limitações para óleos minerais. |
| FKM | Frequentemente avaliado para hidrocarbonetos, temperatura e química severa, dependendo do agente. |
| NBR | Referência para óleo e derivados, mas não substitui avaliação química específica. |
| Ebonite | Borracha rígida utilizada em determinados revestimentos anticorrosivos, conforme meio e projeto. |
Estas referências servem para triagem. Composto, dureza, geometria e ambiente precisam ser avaliados em conjunto.
O que enviar para uma análise útil
- Nome químico completo
- Concentração
- Temperatura normal e máxima
- Tempo de contato: respingo, ciclo ou imersão
- Pressão/esforço da peça
- Material atual e falha observada
Shore A informa resistência à indentação, mas não define sozinho resistência química, térmica, abrasiva ou ao envelhecimento. Dois compostos com a mesma dureza podem ter comportamentos muito diferentes.
Próximos passos
Compare os materiais no Centro Técnico, consulte o guia Shore A e envie foto, medidas e condição de trabalho para a SB avaliar fabricação ou revestimento sob medida.